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<oembed><version>1.0</version><provider_name>Luciane Monteiro</provider_name><provider_url>https://lucianemonteiro.com</provider_url><author_name>Luciane Monteiro</author_name><author_url>https://lucianemonteiro.com/index.php/author/admlm/</author_url><title>Escrever contos - Luciane Monteiro</title><type>rich</type><width>600</width><height>338</height><html>&lt;blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="Am57Eu5VaV"&gt;&lt;a href="https://lucianemonteiro.com/index.php/escrever-contos/"&gt;Escrever contos&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;iframe sandbox="allow-scripts" security="restricted" src="https://lucianemonteiro.com/index.php/escrever-contos/embed/#?secret=Am57Eu5VaV" width="600" height="338" title="&#x201C;Escrever contos&#x201D; &#x2014; Luciane Monteiro" data-secret="Am57Eu5VaV" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" class="wp-embedded-content"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;
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</html><description>Escrever contos &#xE9; fascinante! Dar uma vida t&#xE3;o ef&#xEA;mera a um personagem &#xE0;s vezes t&#xE3;o profundo&#x2026; Sempre fica um gostinho nost&#xE1;lgico de saudade. Apenas uma ilus&#xE3;o, contos s&#xE3;o sempre exatos! Achei que os contos haviam come&#xE7;ado &#xE0; &#xE9;poca da faculdade, por falta de tempo de escrever romances. Contudo, recentemente descobri que eles come&#xE7;aram aos doze anos. Entretanto, obviamente, foi durante a gradua&#xE7;&#xE3;o, ao contato com excelentes obras liter&#xE1;rias e autores, al&#xE9;m de mestres excepcionais, que eles foram se lapidando. O primeiro livro reuniu o universo feminino, Ta&#xE7;a Escarlate. &#xC9; dele que destaco um para compor esse post: A DESCOBERTA Por um r&#xE1;pido segundo, pareceu ter visto um vulto. Algo como uma sombra passando depressa e sorrateira. Virou o rosto impulsivamente, querendo surpreender a criatura que crescera sem aviso naquela sala escura. Passara a tarde com a companhia de si mesma, intercalando a sua solid&#xE3;o com um pouco de som, &#xE0;s vezes o coleirinho cantando no seu jardim, outras, a guitarra espanhola que lhe fizera um convite &#xE0; dan&#xE7;a. Fora justamente ap&#xF3;s se sentar ofegante que vira o tal vulto. O vulto estranhamente conhecido da mulher que um dia fora. Sorriu consigo mesma ap&#xF3;s os instantes de estranheza. Ent&#xE3;o l&#xE1; estava ela, sorrateiramente querendo se expor de novo. Sentiu que crescia como uma menina que percebe as pernas alongarem-se e deixa de lado as velhas bonecas. N&#xE3;o mais se apegar a subterf&#xFA;gios. N&#xE3;o mais se agarrar a bra&#xE7;os ausentes. Sabia que a encontraria de novo e se vestiria dela como a noiva no dia das n&#xFA;pcias. Iria vestir-se dela como a dama-da-noite de perfume intenso&#x2026; Agora era apenas uma quest&#xE3;o de tempo&#x2026; Feita a descoberta! Leia mais um conto do Ta&#xE7;a Escarlate na revista Ser Mulher Arte: &#x201C;A caixa e o sonho&#x201D;</description><thumbnail_url>https://lucianemonteiro.com/wp-content/uploads/2021/01/paper-4208167_1920-300x212.jpg</thumbnail_url></oembed>
